sexta-feira, 11 de novembro de 2016

À Deriva

Às vezes me sinto assim, um pedaço de qualquer coisa jogado no meio do nada.
Semente adormecida, que esqueceu de brotar.
O mundo pulsa incessante, expande, circula seu sangue quente
Eu, fragmento de sonho perdido, pedra que decanta no fundo escuro do lago

As vezes me sinto assim,
Correndo á margem da vida, parada, estática,
Avisto o trem à beira da estrada, ele carrega os desejos,
Mas sou expectadora...e só.

2 comentários:

  1. Dani, adoro o fato dos seus textos serem tão sensíveis. Você é demais!

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    1. Obrigado Cléo...bom saber que gosta do que escrevo. Nem sempre estou inspirada, muitas vezes a coisa trava...rsrs. Bjs!

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